Fico a esperar-te
como o sol espera seu pôr no horizonte
dia após dia, ano após ano
como o refluxo da maré no oceano.
Solitária na minha própria existência,
divagando no entardecer da consciência
esperando encontrar a força para resistir essa ausência.
Procuro em vão nos cantos, nas ruas e curvas que passo.
Quero encontrar entre as pessoas, teu vulto amado, cansada, exausta e desesperada, volto pra casa para esperar teu abraço.
Morno mormaço.
PTR, 2000.12.01
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