quarta-feira, 10 de agosto de 2016

Desinibida

Ainda bem que nasci mulher
Num recanto do meu Pará.
Onde foram me batizar.
No rio mais lindo do lugar.
Água verde esmeralda.
No fundo dos olhos refletida.
Corre ligeira e desinibida Junto a foz do rio mar.
Entre aguapés e vitórias régias deslizando na canoa.
Vai o moço moreno, na lida do dia a dia, pegar o peixe pequeno.
A tardinha o sol se põe, por detrás da verde várzea.
Volta o moço moreno, pros braços de sua amada.
BSB, 2016.08.10

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